A avaliação da aprendizagem não pode ser separada de uma necessária avaliação institucional, mesmo que elas sejam de natureza diferente: enquanto esta diz respeito à instituição, aquela se refere mais especificamente ao rendimento escolar do aluno. São distintas, mas inseparáveis. O rendimento do aluno depende muito das condições institucionais e do projeto político-pedagógico da escola. Em ambos os casos a avaliação, numa perspectiva dialógica, destina-se à emancipação das pessoas e não à sua punição, à inclusão e não à exclusão. Por isso, o ato de avaliar é, por si, “um ato amoroso”. Nos últimos anos a avaliação institucional vem ganhando importância também no ensino básico. Em alguns casos ela foi erigida pelos Sistemas Educacionais como prioridade e tornou-se parte de uma política de Estado explícita, para a melhoria da supervisão e apoio técnico às escolas, para a melhor alocação de recursos, bem como para verificar o impacto de inovações introduzidas, como, por exemplo, a formação continuada do magistério e a implantação de ciclos.
Na escola em que atuo, não vejo uma realização de avaliação institucional e com isso, no meu ponto de ver, não ajuda na avaliação dos alunos.
A avaliação institucional faz parte de uma gestão democrática e a partir desta podemos avaliar os erros e os acertos da instituição como um todo para podermos aperfeiçoar e melhorar ainda mais a educação na instituição.
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