terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Conselho Escolar e o Tempo Pedagógico


Reunião realizada em 06/12/10.
Componentes: Professores, orientadores, supervisores e direção.

Pauta
Objetivo
Compartilhar informações sobre a classe e sobre cada aluno para embasar a tomada de decisões para a melhoria do processo ensino-aprendizagem.

Abertura: Apresentação dos membros presentes;
Debater sobre a principal função da escola;
Estimular o trabalho em equipe;
Incentivar a importância de se considerar o tempo pedagógico como um aspecto central do currículo;  
Definir prioridades, e estratégias a serem alcançadas para o melhor aproveitamento do tempo pedagógico; Projetos interdisciplinares;
Motivar as particularidades de cada aluno;
Reuniões periódicas com a equipe pedagógica e professores;
Estimular a reflexão sobre o processo pedagógico e sobre o cotidiano da escola;
Estabelecer as metas e encaminhar um relatório , pelo qual o conselho vai acompanhar as atividades escolares.

Atividade a distância - 06/12 - CONSELHO ESCOLAR E VALORIZAÇÃO DA CULTURA DO ESTUDANTE E DA ESCOLA


As iniciativas do Conselho Escolar que possam garantir a valorização e a integração do saber do estudante e do patrimônio cultural da comunidade na prática educativa escolar:
·         A integração escola / comunidade;
·         Diagnose da Situação real do aluno;
·         Métodos educacionais efetivos na singularidade do aluno;
·         Respeito ao individuo;
·         Acompanhamento seguro responsável / aluno;
·         Integra os responsáveis ao cotidiano escolar;
·         Comunicação garantida e efetivada entre gestão / família / alunado.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

UNIDADE 2 - Conselho escolar e a aprendizagem na escola

            A função básica do Conselho Escolar como mecanismo de gestão democrática é de conhecer a realidade e indicar caminhos que levem a realidade desejada.
            Por isso o respeito às diferenças precisam ser analisadas, pois, sabe-se que no interior do processo educativo existem pessoas com necessidades e potencialidades diferentes e lidar com as diferenças não é aceitar desigualdades sociais.
            O Conselho Escolar deve cumprir o papel de mediador desses conflitos e construir entendimentos mínimos, dentro do contraditório social. Deve ser um espaço para escutar a todos e concretizar o debate, ou seja o conselho torna-se a garantia de um ambiente democrático na escola.
            Com essa garantia o Conselho Escolar pode acompanhar todo o processo, auxiliando na melhoria da qualidade da educação.

UNIDADE 1 - Conselhos escolares: democratização da escola e construção da cidadania

Elaborar o Regimento Interno do Conselho Escolar; coordenar o processo de discussão, elaboração ou alteração do Regimento Escolar; convocar assembléias-gerais da comunidade escolar ou de seus segmentos; garantir a participação das comunidades escolar e local na definição do projeto político-pedagógico da unidade escolar; promover relações pedagógicas que favoreçam o respeito ao saber do estudante e valorize a cultura da comunidade local; propor e coordenar alterações curriculares na unidade escolar, respeitada a legislação vigente, a partir da análise, entre outros aspectos, do aproveitamento significativo do tempo e dos espaços pedagógicos na escola; propor e coordenar discussões junto aos segmentos e votar as alterações metodológicas, didáticas e administrativas na escola, respeitada a legislação vigente; participar da elaboração do calendário escolar, no que competir à unidade escolar, observada a legislação vigente; acompanhar a evolução dos indicadores educacionais (abandono escolar, aprovação, aprendizagem, entre outros) propondo, quando se fizerem necessárias, intervenções pedagógicas e/ou medidas socioeducativas visando à melhoria da qualidade social da educação escolar; elaborar o plano de formação continuada dos conselheiros escolares, visando ampliar a qualificação de sua atuação; aprovar o plano administrativo anual, elaborado pela direção da escola, sobre a programação e a aplicação de recursos financeiros, promovendo alterações, se for o caso; fiscalizar a gestão administrativa, pedagógica e financeira da unidade escolar; promover relações de cooperação e intercâmbio com outros Conselhos Escolares.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Atividade Presencial dia 19/10/10 - Avaliação Institucional e da Aprendizagem

A avaliação da aprendizagem não pode ser separada de uma necessária avaliação institucional, mesmo que elas sejam de natureza diferente: enquanto esta diz respeito à instituição, aquela se refere mais especificamente ao rendimento escolar do aluno. São distintas, mas inseparáveis. O rendimento do aluno depende muito das condições institucionais e do projeto político-pedagógico da escola. Em ambos os casos a avaliação, numa perspectiva dialógica, destina-se à emancipação das pessoas e não à sua punição, à inclusão e não à exclusão. Por isso, o ato de avaliar é, por si, “um ato amoroso”. Nos últimos anos a avaliação institucional vem ganhando importância também no ensino básico. Em alguns casos ela foi erigida pelos Sistemas Educacionais como prioridade e tornou-se parte de uma política de Estado explícita, para a melhoria da supervisão e apoio técnico às escolas, para a melhor alocação de recursos, bem como para verificar o impacto de inovações introduzidas, como, por exemplo, a formação continuada do magistério e a implantação de ciclos. 
Na escola em que atuo, não vejo uma realização de avaliação institucional e com isso, no meu ponto de ver, não ajuda na avaliação dos alunos.
A avaliação institucional faz parte de uma gestão democrática e a partir desta podemos avaliar os erros e os acertos da instituição como um todo para podermos aperfeiçoar e melhorar ainda mais a educação na instituição.

domingo, 10 de outubro de 2010

4º atividade a distância: " Indicadores da Qualidade na Educação."

Na escola em que atuo, noto que falta muito para que haja um ambiente de respeito, alegria, amizade e solidariedade, à disciplina, pois são exigidos para os alunos, mas no ambiente profissional fica muito longe do ideal, observo que os funcionários precisam antes de assumirem uma função na escola eles deveriam ser preparados.
Havendo a necessidade de um planejamento e uma reestruturação das formas de agir na educação, onde os conteúdos estejam adequados a realidade vivida pelos alunos e os objetivos de formação estejam conectados com a necessidade de formar sujeitos capazes de entender e viver num mundo marcado pela diversidade, é que acreditamos na necessidade de buscar subsídios na perspectiva intercultural para orientação das práticas educativas.
A avaliação deve ser feita com muito critério e forma diversificada. Acredito que os seguintes aspectos devem ser considerados: aquisição de conteúdos, propriamente dita, observação de aspectos emocionais que possam interferir no processo de aprendizagem, nível de interesse pessoal pelos temas abordados, canal de aprendizagem (tem a ver com tendências pessoais, facilidade ou não em relação a determinada área de conhecimento), nível de preocupação diante da avaliação "oficial" e metodologia do professor. Acredito na avaliação contínua, diária, ou seja, durante o processo de ensino-aprendizagem, pois nem sempre o "dia da prova" é o melhor momento do aluno.
A gestão escolar democrática em minha escola falta mais diálogo em algumas decisões nas práticas já que se houvessem mais participações democráticas o ensino, ou melhor, as decisões teriam mais resultados. Pela era da globalização, a escola atual necessita de uma transformação, no atual sistema de ensino, buscando superar desafios, e, a partir desse pressuposto, surge a figura do gestor escolar, um líder que irá desencadear essas idéias junto à comunidade escolar que lidera, buscando uma participação mais efetiva por parte de pedagogos, professores, funcionários, pais, alunos e comunidade para, unidos promoverem um plano de ação para desenvolvimento da escola, priorizando resultados com eficácia na consecução de objetivos almejados. Para que essa evolução ocorra, é necessária uma conscientização dos envolvidos e comprometimento na efetivação do processo de mudança, possibilitando, assim, a implantação de uma gestão democrática.
Condições de trabalho e formação dos profissionais da escola deveriam ser para todos os funcionários, não apenas para os professores. Todos os profissionais estão envolvidos na educação, já que alguns deles não têm um mínimo de conhecimento didático, pois tem funcionários que trabalham na escola estão ali não por que gostam, mas por uma única opção de trabalho.
O ambiente físico da escola em que leciono é muito precário, pois além das salas serem superlotadas, está também em péssimas condições, as mesmo assim os profissionais procuram desenvolver suas atividades da melhor maneira possível.
A dimensão acesso, permanência e sucesso na escola estão interligados nas condições da escola, pois a mesma não oferece condições para que o aluno tenha um ambiente confortável para o seu aprendizado.

domingo, 26 de setembro de 2010

3ª Atividade a Distância - Políticas Públicas para o Ensino Fundamental

Com a experiência que venho tendo na escola em que leciono, a idéia da Administração Escolar enquanto um sistema hierárquico, que atribui ao Diretor de escola a tarefa de implementar e controlar decisões formuladas em instâncias externas à própria escola (Secretarias e gabinetes, por exemplo), vem contrariando a concepção de gestão democrática da Educação e da escola, que supõe a participação dos segmentos interessados, direta ou indiretamente nos serviços da escola, no processo decisório e de avaliação do trabalho escolar.
 O mesmo acontece quando recebe visitas periódicas de supervisores da Secretaria Municipal de Educação, cuja tarefa é prestar orientação e supervisão referente à proposta pedagógica e metodologia educacional. Mas, na realidade o que percebo nestas visitas, é o controle da existência ou não do plano semanal, diário de classe, avaliação individual e diária dos alunos, e se a instituição está trabalhando ou não dentro das regulamentações feitas pelo município, resumindo-se a uma mera fiscalização e pouco contribuindo com o processo educativo.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

2ª atividade a distância - O PAPEL DO COLEGIADO

Esse processo deveria mesclar a democracia representativa, coisa que não vejo na unidade em que atuo, como a democracia participativa - estabelecimento de estratégias e fóruns de participação direta, articulados e dando fundamento a essas representações.
A organização da gestão democrática neste ano é que está sendo feita parcialmente, algumas coisas ainda são imposta sem uma discussão participativa.
Apesar de tentarem fazer essas mudanças, ainda vejo muito distante esta participação entre todos da comunidade escolar. As reuniões quando são realizadas, são de maneira parcial, onde os funcionários discutem em seu próprio turno, não havendo interação entre todos da unidade escolar juntos e a participação dos pais são somente para falar sobre as disciplinas dos seus filhos sem que os mesmos não são incentivados a participar da vida escolar dos filhos.
Observo que na maioria das vezes é o gestor que resolve os problemas referente a disciplina de alunos como de funcionários.




terça-feira, 14 de setembro de 2010

3ª atividade: O direito à educação: um campo de atuação do gestor educacional na escola

    O papel do gestor é o de assumir e liderar a efetivação desse direito no âmbito de suas atribuições, apesar de que a elaboração do projeto pedagógico dever contar com a participação dos profissionais da educação, principalmente dos professores, não é o que realmente acontece já que a maioria dos projetos já vem impostos pelas secretarias de educação.
    Se a gestão do projeto pedagógico é tarefa coletiva do corpo docente, liderado pelo gestor responsável, porque então só admite a coletividade somente na aplicação e não na elaboração? Este é um dos momentos que  notamos que o gestor não tem tanta autonomia quanto dizem, ele está totalmente submisso a um sistema que ainda é capaz de ditar os deveres sem dar direitos de decisão, porque hoje o que acontece nas escolas a principal finalidade é a quantidade e não a qualidade.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

A função do Gestor

A Função do Gestor

Gestão: Definição
Constitui uma dimensão e um enfoque de atuação que objetiva promover a organização, a mobilização e a articulação de todas as condições materiais e humanas necessárias para garantir o avanço dos processos socioeducacionais dos estabelecimentos de ensino orientadas para a promoção efetiva da aprendizagem pelos alunos, de modo a torná-los capazes de enfrentar adequadamente os desafios da sociedade globalizada e da economia centrada no conhecimento. 

Papel do Gestor:
É aquela pessoa que alimenta o trabalho de todos para o aprendizagem.

A Importância do PPP na Gestão Escolar
É necessário porque nele estarão todos os passos que a escola irá seguir de acordo com a realidade da comunidade escolar.

Gestão Compartilhada:
È necessário que haja a participação de todos: diretor, professores, funcionários, alunos e comunidades.

Comunidade como co-responsável da gestão:
Para exigir mudanças é necessário que todos participem da vida escolar através de opiniões e discussões de todos.

Considerações finais:
O diretor tem que estar comprometido e envolvido com a sua comunidade escolar, dividir as funções e descentralizar o poder do diretor, a tarefa da escola é a formação do cidadão.


Gestão Democrática

Na gestão democrática o gestor deve estar ciente que a qualidade da escola, devido à interação entre comunidade e escola, professores e alunos, professores e comunidades influenciam o seu funcionamento. O gestor deve saber integrar objetivo, ação e resultado, assim agrega à sua gestão colaboradores capazes de desempenhar o bem comum de uma coletividade.Assim como a compreensão e aceitação do princípio de que a educação é um processo de enriquecimento humano, que o Plano Político pedagógico (PPP) deve ser elaborado através de construção coletiva e que além da formação deve haver o fortalecimento do Conselho Escolar.

terça-feira, 31 de agosto de 2010